sexta-feira, 24 de março de 2017

Fugitivo do Ceará é recapturado no RN com pistola roubada.

Francisco Alef Guedes de Lima foi preso com arma roubada, segundo a polícia (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Policiais civis de Macaíba, na Grande Natal, recapturaram na manhã desta sexta-feira (24) um homem de 22 anos fugitivo de uma das Casas de Privação Provisória de Liberdade de Fortaleza, no Ceará.

“Francisco Alef Guedes de Lima responde pelos crimes de homicídio, roubo e tráfico de drogas. E com ele apreendemos uma pistola calibre 380 que possui registro de roubo na cidade potiguar de Bom Jesus”, relatou o delegado Normando Feitosa.

Ainda de acordo com Normando, o fugitivo escapou do CPPL de Fortaleza em julho do ano passado. "O encontramos em uma casa na comunidade de Pingo D'água. Estava com a mulher e não reagiu à prisão”, acrescentou o delegado.
Além da arma, a polícia também apreendeu dois notebooks e um computador.



Fonte: G1 RN
Procurador-geral adjunto do RN e promotor são baleados em Natal.



Ambulâncias do SAMU foi chamada para socorridos os feridos (Foto: Fred Carvalho/G1)



O procurador-geral adjunto e um promotor de Justiça foram baleados na manhã desta sexta-feira (24) dentro da sede do Ministério Público do Rio Grande do Norte. Jovino Pereira Sobrinho e Wendell Beetoven Ribeiro Agra foram socorridos. Ainda não há notícias sobre o estado de saúde deles.
Segundo o MP, o atirador é um servidor que invadiu uma reunião no segundo andar do prédio e efetuou os disparos. O suspeito fugiu em seguida. A sede do Ministério Público fica no bairro de Candelária, Zona Sul de Natal.

A PM faz buscas pela região.

Ainda de acordo com o MP, o promotor Wendell Beetoven foi baleado nas costas. Ele está recebendo atendimento médico no local até ter condições de ser levado para o hospital. Já o procurador adjunto, que foi atingido no abdômen, foi levado para o Pronto-Socorro Clóvis Sarinho. Ele já deu entrada no Centro Cirúrgico.
Na fuga, o suspeito também efetuou disparos no estacionamento. Pelo menos cinco tiros foram ouvidos, mas não houve novos feridos.

PMs e seguranças do MP fazem buscas pelo servidor, que fugiu após os disparos (Foto: Fred Carvalho/G1)



Fonte: G1 RN
Renan diz que aumento de impostos parece 'improvisação.



O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), escolheu nesta quinta-feira (23/3), o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, como alvo de suas críticas e disse que a ideia do governo de aumentar impostos para evitar um corte mais robusto no Orçamento parece uma "improvisação". Horas antes, Meirelles havia dito que, entre as alternativas para elevar a arrecadação federal neste ano estão a alta de tributos e a privatização de usinas hidrelétricas. 

"Meirelles não pode fazer esse tipo de declaração porque isso desmerece a credibilidade dele", afirmou Renan. "Ele é fator de estabilização, não de desestabilização. Não se pode improvisar usando esse tipo de argumento, como 'se houver venda de hidrelétricas', 'se' isso, 'se' aquilo..."

Ex-presidente do Senado e citado pela Operação Lava-Jato, Renan está em atrito com o governo desde o início do ano. Nos últimos dias, atacou a reforma da Previdência, que definiu como "exagerada", bombardeou a escolha de Osmar Serraglio para o Ministério da Justiça e disse que o Palácio do Planalto está sob influência do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso pela Lava Jato.

"Comemorar a queda da inflação e dos juros, com esse nível de desemprego e essa recessão, acaba passando a ideia de que o País é apenas estatística", criticou o senador.

A equipe econômica anunciou na quarta-feira (22/3) que o Orçamento para este ano tem um rombo de R$ 58,2 bilhões. Meirelles repetiu na quinta que o aumento de receitas é fundamental para evitar um corte de gastos muito alto. O governo teme que, se a tesourada for além da conta, haja paralisia administrativa, tornando inviáveis os programas sociais.


Balança


O núcleo político do Planalto quer um contingenciamento inferior a R$ 40 bilhões, mas, para tanto, será preciso elevar tributos. O tamanho do aumento de impostos, porém, dependerá dos processos judiciais que devem ser julgados nos próximos dias, entre eles alguns envolvendo a liberação de usinas hidrelétricas para privatização.

"O Congresso tem ajudado o governo de todas as formas, mas não é possível suportar aumento de impostos. Nós fizemos a repatriação e toda essa anistia justamente para não sobrecarregar ainda mais o contribuinte", insistiu Renan.

Auxiliares do presidente Michel Temer interpretaram os últimos movimentos de Renan como um sinal de que ele se sente "desprestigiado". Na quarta-feira, o senador não compareceu nem mesmo a uma reunião com Temer e líderes de partidos, no Planalto, para discutir a reforma da Previdência.



Via Correio Braziliense

Fonte: Agência Estado


Assim como a Câmara, Senado tem pressa para aprovar terceirização.



Após a aprovação, pela Câmara, de projeto de lei que regulamenta a terceirização de mão de obra, o Senado corre contra o tempo para aprovar outra proposta que também trata do assunto. O presidente Michel Temer tem pressa para examinar as duas propostas, encaradas pelo governo como importantes para desburocratizar as relações de trabalho e estimular a geração de empregos. Temer pretende usar o poder de veto para publicar uma espécie de consolidado das duas matérias, preservando os pontos que julgar mais viáveis.
Pela Constituição, o presidente tem 15 dias para sancionar o Projeto de Lei nº 4.302/98, aprovado pelos deputados na última quarta-feira. Esse, portanto é o período em que o Senado terá para ratificar e aprovar o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 30/15 para que Temer faça a análise conjunta das duas propostas. O problema do governo é que a matéria está sob relatoria do senador Paulo Paim (PT-RS), que tem pronto relatório que altera o texto que veio da Câmara. Um dos pontos prevê limite de 30% para a terceirização de atividades-fim da empresa contratante.
Caso o substitutivo de Paim seja aprovado no Senado, o texto voltará para a Câmara, o que inviabilizará a costura dos dois projetos na sanção presidencial em tempo hábil. Temer diz que não vai esperar muito tempo para consolidar as duas matérias, o que, segundo fontes palacianas, é uma maneira de pressionar os senadores para que rejeitem o relatório do senador petista e encaminhem o PLC 30/15 sem mudanças à Presidência. O governo não é favorável ao limite da terceirização em atividades-fim.
Acordos políticos ainda devem ser fechados até a próxima semana. Paim espera levar o relatório para votação até quinta-feira na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Os senadores Romero Jucá (PMDB-RR), Renan Calheiros (PMDB-AL), além do presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), tentam convencê-lo a preservar o texto da Câmara sem alterações. Paim, no entanto, não dá mostras de que vá recuar. “O povo brasileiro não quer terceirização irresponsável. Agora, debater e construir alternativas é natural e faz parte do jogo democrático. E estou aberto a isso, como sempre fui”, declarou.
Se o texto voltar para a Câmara, haveria também desgaste para os deputados da base governista, que não fazem boa avaliação da proposta. Para alguns parlamentares, o projeto beneficia mais as grandes empresas do que as pequenas, por prever dispositivos como o que obriga a contratante a fiscalizar o cumprimento das obrigações trabalhistas.
Nos bastidores do Congresso, comenta-se que Eunício Oliveira trabalha pela aprovação sem alterações do PLC 30/15, a tempo de encaminhá-lo ao Planalto, para sanção, dentro do prazo de 15 dias. Por ser dono de empresas terceirizadas, ele seria um dos principais interessados pelos pontos mais rigorosos do texto que está no Senado. O senador, no entanto, descarta qualquer interesse específico no projeto e garante que apenas o colocará em votação no plenário quando for apresentado. “É preciso que a comissão (CCJ) aprove ou rejeite. Chegando ao plenário, tenho o compromisso de pautá-lo de imediato”, afirmou.





Fonte: Correio Braziliense
Marcelo Odebrecht diz que 'inventou' campanha de Dilma em 2014.

De acordo com o delator, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega foi o responsável por solicitar os repasses da construtora.

























O ex-presidente da construtora Odebrecht, Marcelo Odebrecht, afirmou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que "inventou" a campanha de reeleição da presidente cassada Dilma Rousseff, em 2014. As declarações constam do depoimento prestado pelo empreiteiro no dia 1.º deste mês, na ação que pede a cassação da chapa de Dilma e de seu vice à época, o presidente Michel Temer, por suposto abuso de poder político e econômico.
O conteúdo do depoimento foi relevado ontem pelo site O Antagonista e confirmado pelo jornal O Estado de S. Paulo O juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral Bruno César Lorencini mandou instaurar procedimento interno para investigar o vazamento de depoimentos. O magistrado atendeu a pedido da presidente cassada, que chamou as acusações de "levianas". 

"A campanha presidencial de 2014, ela foi inventada primeiro por mim, tá?", disse Marcelo ao ser questionado sobre sua relação com a reeleição de Dilma. "Os valores (de doações) foram definidos por mim", afirmou o empresário, preso em Curitiba desde junho de 2015, em razão de investigações da Operação Lava Jato, que apura esquema de corrupção na Petrobras.

No depoimento, Marcelo disse que "não tem a menor dúvida" de que Dilma tinha conhecimento do pagamento de despesas de campanha com recursos de caixa 2, conforme o Estado antecipou na edição do dia 2.
De acordo com o delator, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega foi o responsável por solicitar os repasses da construtora. Em maio de 2014, o empresário se encontrou com o "Pós-Italiano", como Mantega era identificado nas planilhas do Setor de Operações Estruturadas, o departamento da propina da empresa. Na ocasião, foi informado de que os repasses prioritários deveriam ser para a campanha presidencial.

"Marcelo, a orientação dela (Dilma) agora é que todos os recursos de vocês vão para a campanha dela. Você não vai mais doar para o PT, você só vai doar para a campanha dela, basicamente as necessidades da campanha dela: João Santana, Edinho Silva ou esses partidos da coligação", relatou o delator

O empreiteiro afirmou que a presidente cassada nunca lhe pediu nada diretamente, mas tinha conhecimento dos pagamentos via caixa 2. "Dilma sabia da dimensão da nossa doação e sabia que nós éramos quem doá(vamos)... Quem fazia grande parte dos pagamentos via caixa 2 para João Santana", disse. Santana foi o marqueteiro das campanhas de 2010 e 2014. Edinho foi o tesoureiro no último pleito.
O empreiteiro afirmou que parte dos débitos feitos a Santana se referia ainda às dívidas de campanha de 2010. A Lava Jato identificou pagamentos a Santana e sua mulher, Mônica Moura, por meio de contas não declaradas no exterior. Ambos tentam acordo de colaboração como Ministério Público Federal (MPF).


Refis


Marcelo afirmou também que a movimentação na conta Italiano atendia a pedidos do ex-ministro Antonio Palocci até 2011. A partir de então, passou a discutir os valores com Mantega. Ao todo, a Odebrecht repassou R$ 150 milhões, segundo o delator, para a campanha de 2014. Parte desse valor - R$ 50 milhões - era uma contrapartida pela aprovação da Medida Provisória 470 (Refis), em 2009, que facilitou a renegociação das dívidas de empresas do grupo. O valor deveria ter sido pago em 2010.


Defesas


A assessoria de imprensa da presidente cassada afirmou, em nota, que ela "não tem e nunca teve qualquer relação próxima com o empresário Marcelo Odebrecht, mesmo nos tempos em que ela ocupou a Casa Civil" no governo Luiz Inácio Lula da Silva. O texto afirmou ainda que Dilma "sempre manteve uma relação distante do empresário, de quem tinha desconfiança desde o episódio da licitação da Usina de Santo Antônio".
Na nota, Dilma afirmou que Marcelo precisa incluir provas e documentos das acusações. "Não basta acusar de maneira leviana". Ela criticou que, "mais uma vez, delações sejam vazadas seletivamente, de maneira torpe, suspeita e inusual". Procurada, a assessoria de imprensa do PT informou que não comentaria vazamento.
A Odebrecht, em nota, informou que "não se manifesta sobre o teor de eventuais depoimentos de pessoas físicas". A empresa disse que "reafirma seu compromisso de colaborar com a Justiça". A defesa de Mantega e Palocci não foi localizada.



Relatório


Na quarta-feira, 22, Benjamin, responsável pelo caso, entregou relatório parcial do processo aos integrantes do TSE. A ação foi proposta pelo PSDB logo após o segundo turno das eleições.



Via Correio Braziliense

Fonte: France Presse



Audiência Pública vai debater Conferência Estadual de Saúde das Mulheres na AL-RN.

Fachada da AL-RN . Foto: Reprodução / AL-RN













A importância da consolidação de uma Política Estadual de Saúde da Mulher no Rio Grande do Norte será um dos temas debatidos na próxima segunda-feira (27), às 15h30, no auditório da Assembleia Legislativa. A Audiência Pública, que tem como tema a Conferência Estadual de Saúde das Mulheres, é uma proposta do deputado Fernando Mineiro (PT) em atendimento a um pleito do Conselho Estadual de Saúde (CES/RN).

“Somente com o fortalecimento de uma Política de Saúde da Mulher no RN e de outras políticas públicas voltadas às mulheres, de forma integrada, poderemos garantir prevenção e cuidado em saúde, emprego e renda, mobilidade, educação, entre outros”, defende Mineiro.

A presidente do CES/RN, Mayara Acipreste, explica que a audiência tem o objetivo de divulgar a conferência e estimular o debate para a consolidação de uma Política Estadual de Saúde da Mulher. “Outras questões também precisam ser discutidas, por terem relação direta com a saúde da mulher. É o caso da Segurança Pública, do atendimento nas Delegacias da Mulher, na estruturação das equipes que prestam atendimento e assistência”, observa ela.
Segundo Mayara, para fortalecer a rede de atendimento à mulher no RN, é preciso, primeiro, fortalecer a atenção básica nos municípios. “A saúde da mulher passa por uma questão preventiva. Por exemplo, se a rede básica consegue atender às mulheres e oferecer preventivo, o índice de câncer de colo de útero pode cair consideravelmente”, cita a presidente.
A audiência pública pretende reunir representantes da Secretaria Estadual da Saúde Pública (Sesap), do Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems), da Secretaria Extraordinária de Políticas Públicas para as Mulheres e da Subcoordenadoria de Ações à Saúde, e da sociedade civil.


I Conferência Estadual de Saúde das Mulheres


Com o tema central “Saúde das mulheres: Desafios para a Integralidade com Equidade”, a I Conferência Estadual de Saúde das Mulheres acontece em Natal, de 12 a 14 de junho, e terá como objetivo propor diretrizes para a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Mulheres.


Fonte: Agora RN
Tite define resultado como histórico, mas vê seleção ainda abaixo do ideal.

Foto: Reprodução/Rafael Ribeiro / CBF

A seleção brasileira sob o comando de Tite tem se acostumado a superar obstáculos considerados difíceis. A vitória por 4 a 1 sobre o Uruguai, nesta quinta-feira, em Montevidéu, fez o treinador considerar a partida como histórica, por se tratar de um resultado contra o vice-líder da competição. Apesar da apresentação convincente, o técnico comentou que ainda deve se esperar evolução da equipe.

“São só oito jogos meus no comando. Vamos aos poucos enfrentar propostas diferentes de jogo. O Uruguai colocou velocidade, agrediu. Depois o Paraguai vai nos exigir outra proposta, a de enfrentar a impaciência, de ter que furar bloqueio. Nossa equipe ainda tem muito para crescer, pra evoluir”, explicou em entrevista coletiva depois da partida no estádio Centenário.

Tite tem nove meses no cargo, com sete jogos pelas Eliminatórias e mais um amistoso. Até agora, 100% de aproveitamento. A próxima partida da equipe será na terça-feira, quando recebe o Paraguai, na Arena Corinthians. “Pela vitória que tivemos sobre o Uriguai, podemos, sim, dizer que foi um resultado histórico. Mas não pelo placar”, afirmou o treinador, que preferiu elogiar o desempenho do time em vez da larga vantagem construída.
O treinador afirmou que por ter pouco tempo na atual função, não teve chances de conviver de perto com os jogadores e descobrir mais opções para mexer no time sem prejudicar o rendimento da formação titular. A seleção tem até agora apenas mais sete jogos marcados para este ano: cinco pelas Eliminatórias e dois amistosos contra Austrália e Argentina, em junho.
Os jogadores da seleção brasileira ganham folga nesta sexta-feira e voltam a treinar no sábado. A atividade será aberta à torcida, no estádio do Morumbi. Depois, no domingo e na segunda, a equipe vai trabalhar no local da partida com o Uruguai.



Fonte: Agência Estado