Loja Fina Flor

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Agência de risco Standard & Poor’s melhora posição do Brasil.



A agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) melhorou a avaliação do Brasil, após o anúncio da nota meta fiscal e do pacote de corte dos gastos públicos: retirou a nota de risco soberano do status de observação negativa (CreditWatch negativo), mantendo a nota de crédito do País em moeda estrangeira e local em “BB”. Com a melhoria de posição, o Brasil ficou a apenas dois patamares abaixo do grau de investimento (selo de bom pagador).

Apesar do afastamento do risco de um rebaixamento no curto prazo, a S&P manteve a perspectiva negativa para o rating do Brasil em razão dos desafios políticos ainda existentes. A observação negativa ocorreu após as delações dos irmãos Batista envolvendo o presidente Michel Temer. Apesar da piora da meta fiscal, agência avaliou em comunicado que a economia brasileira dá sinais de estabilização, "apesar da política fluida".

"O Congresso aprovou uma reforma trabalhista em julho, e o governo permanece comprometido a promover uma reforma da previdência que contenha o crescimento da despesa", destacou a S&P.




Fonte: Diário do Poder

Convite missa

A família de José Cassimiro Sobrinho (Passarinho) convida a todos para missa de 5 anos de vida eterna.



domingo, 13 de agosto de 2017

Papa questiona fé de cristãos que consultam horóscopos e cartomantes.



O papa Francisco afirmou neste domingo (13) que a fé não é uma fuga dos problemas, mas, sim, o que dá sentido à vida. Para Francisco, cristãos que consultam "cartomantes e horóscopos" não tem "fé tão forte".

Durante a Oração do Ângelus no Vaticano, o pontífice disse que, quando os fiéis não se "apegam à palavra do Senhor e, para ter mais segurança, consultam horóscopos e cartomantes, a pessoa começa a chegar ao fundo".
"Apenas a fé dá a segurança da presença de Jesus, que nos impulsiona a superar as tempestades existenciais.  É a certeza de segurar uma mão que nos ajuda com as dificuldades, apontando o caminho, mesmo quando está escuro", acrescentou o papa.

Francisco ressaltou que o Evangelho de hoje, que recorda o episódio de Jesus a caminhar sobre as águas, tem "um rico simbolismo" e faz refletir sobre a fé, pessoalmente e em comunidade, porque o barco dos apóstolos "é a vida de cada um, mas também da Igreja". E acrescentou: "este episódio é uma imagem da maravilhosa realidade da Igreja de todos os tempos: um barco ao longo da travessia também enfrenta ventos contrários e tempestades que ameaçam dominá-la".

Na Praça de São Pedro, o pontífice afirmou que o que salva a Igreja é a "coragem e as qualidades dos seus homens sendo que a fé em Cristo e a sua palavra são garantias contra o naufrágio".




Fonte: Agência Brasil, com informações da Agência Ansa
Juazeirense empata com o América-RN, cala a Arena das Dunas e conquista acesso inédito.



A Juazeirense vai disputar pela primeira vez a Série C do Campeonato Brasileiro. Após abrir 3 a 0 no jogo de ida, em Juazeiro, a equipe baiana calou a Arena das Dunas no empate por 1 a 1 com o América-RN e conquistou o acesso inédito. O Mecão ostentava a melhor campanha entre todos os participantes da Série D e contou com o apoio de quase 13 mil torcedores acompanharam na tarde deste domingo, no maior público de toda a competição. Salatiel marcou para o Cancão de Fogo, enquanto Cascata deixou tudo igual, ainda no primeiro tempo.




Sem o acesso à Série C, o América fecha 2017 com uma temporada desastrosa. Eliminado na primeira fase da Copa do Nordeste e fora das finais dos turnos no Campeonato Potiguar, a Série D era a vida do Mecão neste ano. Montou um time competitivo em 25 dias, trouxe o técnico Leandro Campos, que conseguiu encaixar o trabalho, mas um dia ruim, na derrota por 3 a 0 em Juazeiro, jogou tudo por água abaixo. Agora, é hora de refazer os planos para 2018 e saber quem continuará à frente do departamento de futebol.



Fonte: globoesporte.globo.com
Mensagem do dia dos pais da deputada Zenaide Maia.



Mensagem do dia dos pais do deputado Gustavo Carvalho.



Temer avalia testar regime de parlamentarismo em seu governo.


Michel Temer quer apostar no parlamentarismo já
em 2018. Clauber Cleber Caetano/PR
O presidente Michel Temer está disposto a fazer um teste parlamentarista em seu governo, no último ano do mandato. Temer quer incentivar campanha em favor de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para adotar o parlamentarismo no País, a partir de 2019, contendo uma "cláusula de transição" que permita instalar o novo sistema no fim do ano que vem.

A ideia de nomear um primeiro-ministro no segundo semestre de 2018, caso o Congresso aprove uma PEC mudando o regime de governo, tem sido discutida nos bastidores do Palácio do Planalto. Ancorada pela crise política, diante de um cenário marcado pelo desgaste dos grandes partidos e de seus pré-candidatos nas próximas eleições, a estratégia é bem aceita por dirigentes do PMDB, mas encontra resistências no PSDB.

"O parlamentarismo está no nosso programa e, neste momento de crise, nada mais oportuno do que discutir o assunto, mas não achamos que isso seja solução para 2018, quando teremos eleições", disse o presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE). "Queremos preparar o caminho para 2022", completou.

Autor da PEC que institui o sistema parlamentar de governo, o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), não vê problema na adoção do novo regime no fim do mandato de Temer, se o modelo passar pelo Congresso, para assegurar uma transição pacífica.

"Eu sou favorável à implantação do parlamentarismo o quanto antes", afirmou o chanceler.

— Nesse presidencialismo com 30 partidos, o País é absolutamente ingovernável. A lei eleitoral premia a fragmentação e, se não forem aprovados a cláusula de barreira e o fim das coligações proporcionais, quem for eleito em 2018, seja quem for, pegará uma situação muito complicada.

O ministro das Relações Exteriores apresentou a proposta que prevê o parlamentarismo no ano passado, quando ainda exercia o mandato de senador. Para ele, o colega José Serra (PSDB-SP) é a "pessoa talhada" para liderar a discussão no Congresso e ser o relator da PEC. Serra, no entanto, também prega a adoção desse sistema somente a partir da disputa de 2022.


Gabinete


Pelo projeto de Aloysio, o presidente seria eleito por voto direto e teria a função de chefe de Estado e Comandante Supremo das Forças Armadas. Seu mandato seria de quatro anos e caberia a ele nomear o primeiro-ministro, com quem ficaria a chefia do governo.

A Câmara dos Deputados poderia ser dissolvida pelo presidente, "ouvido o Conselho da República", e o Congresso teria o poder de aprovar "moção de censura" ao governo — equivalente à demissão do gabinete —, medida que só produziria efeito com a posse do novo primeiro-ministro.

Nos últimos dias, com o avanço das movimentações políticas em torno do tema, até mesmo aliados de Temer ficaram curiosos para saber quem seria o seu primeiro-ministro. Apesar da Lava Jato estar no encalço do presidente e de seu núcleo duro, a maior aposta neste sentido recai sobre o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, alvo de inquéritos no STF (Supremo Tribunal Federal).

Questionado sobre a viabilidade de instituir o parlamentarismo no Brasil — já rejeitado em plebiscito, em 1993 —, Temer disse que "não seria despropositado" pensar nesse regime para 2018. Dias depois, informado por auxiliares de que a ideia sofria críticas até mesmo em sua base de apoio no Congresso, o presidente foi mais cauteloso. "Se pudesse ser em 2018, seria ótimo, mas quem sabe se prepara para 2022", ponderou ele.

Temer admitiu que o Planalto quer levar adiante uma "reformulação político-eleitoral". Argumentou, no entanto, que tudo está sendo feito "de comum acordo" com o Congresso e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). No dia 6, por exemplo, Temer jantou com o presidente do TSE e ministro do Supremo Gilmar Mendes, no Palácio do Jaburu, para tratar do assunto.

"Como o presidente convive muito bem com o Congresso, acredito que haverá uma sinergia", afirmou Gilmar.

— Uma crise geralmente contamina a chefia de Estado e de governo. Talvez possamos separar as funções e ajustar o modelo da própria governabilidade.
Pelo cronograma traçado, outra proposta sobre mudança no sistema, avalizada pelo Planalto, será apresentada para debate ainda neste mês. É aí que, dependendo das conversas, se pretende encaixar a "cláusula de transição".

Apesar das articulações, políticos de vários partidos acham difícil emplacar o parlamentarismo agora. Para ser aprovada, uma PEC precisa de 308 votos na Câmara e 49 no Senado. São duas votações.



Fonte: R7, com informações da Agência Estado e Estadão Conteúdo